Gostaria de contar um segredo a vocês, apesar de que a partir do momento que isso for publicado, pode deixar de ser segredo, já que vai cair na engraçada e maluca rede MUNDIAL de computadores.
Eu controlo meus sonhos!
Sim amigos, eu sei quando estou sonhando e, sou capaz de sair dos mesmos quando vejo que vou pesadelar.
Essa capacidade surgiu, quando eu ainda era um simplório adolescente e tinha dúvidas, muitas das quais ainda não consegui tirar.
O caso não é exatamente controlar, mas, saber a "Causa" do sonho, sim porque ele não é uma premonição do seu subconsciente como a maioria pensa, mas sim a causa de um evento anterior ao mesmo. Evento esse que 95% da população mundial, não se lembra. Mas eu tenho essa sorte desde os 16 anos como alguns que lêem(Dane-se o Acordo Ortográfico) aqui, sabem.
No meu caso não é uma premonição, porque sempre lembro dos meus sonhos de maneira que sou capaz de interpretá-los. Quando não consigo interpretá-los, aí sim entendo-os como premonição. Mas esses últimos são bem mais raros e, geralmente dão certo, mas, dependem de coisas futuras como toda premonição. Um exemplo disso é o "CASO LULA" que somente anos depois, um amigo lembrou-me que havia premeditado.
Lembro-me dos meus sonhos de forma interpretada porque eu vivo conscientemente os momentos anteriores aos sonhos, momentos esses que os geram. Em suma, daria para fazer um longo tratado de Psicologia Junguiana a cerca disso e infelizmente, essa não é a prioridade do texto. Simplesmente quero dizer que, como sei mais ou menos como os sonhos funcionam, perdi a capacidade mágica de espanto e intrigância natural que eles causam nas pessoas já há algum tempo. Mas ontem, ontem eu tive um sonho. Era mais ou menos assim:
Fui assistir ao maravilhoso filme "Origem" com o Leonardo di Caprio, realmente muito bom, digo que ele melhorou muito desde "Catch me if you can", o último filme dele que eu vi.
Mas, muito além da interpretação dele, o que prende o espectador de verdade na cadeira do cinema, é o roteiro intrigante do filme, que te faz perguntar-se inconscientemente, a todo momento, sobre como será daqui a cinco minutos.
Acho que foi isso, aliado à magia natural da história do filme, por si só um "Ladrão de Sonhos" já é piração demais que, em um roteiro extremamente bem amarrado, me fizeram sonhar.
E, influenciado pelo filme como estava, sonhei simplesmente uma cena qualquer, mais especificamente um cenário só, uma banca de jornais em um dia chuvoso, e obviamente, meu sonho era invadido....
A sensação foi indescrtível, como há muito não sentia, apesar de ter sido um pesadelo, pois após ver a cena descrita acima despertei com um berro e, infelizmente não sonhei mais...
Teria alguma carga premonitiva no mesmo?
Fica a dúvida....
quinta-feira, 12 de agosto de 2010
terça-feira, 13 de julho de 2010
Brejo da cruz
Brejo da Cruz
Chico Buarque
A novidade
Que tem no Brejo da Cruz
É a criançada
Se alimentar de luz
Alucinados
Meninos ficando azuis
E desencarnando
Lá no Brejo da Cruz
Eletrizados
Cruzam os céus do Brasil
Na rodoviária
Assumem formas mil
Uns vendem fumo
Tem uns que viram Jesus
Muito sanfoneiro
Cego tocando blues
Uns têm saudade
E dançam maracatus
Uns atiram pedra
Outros passeiam nus
Mas há milhões desses seres
Que se disfarçam tão bem
Que ninguém pergunta
De onde essa gente vem
São jardineiros
Guardas noturnos, casais
São passageiros
Bombeiros e babás
Já nem se lembram
Que existe um Brejo da Cruz
Que eram crianças
E que comiam luz
São faxineiros
Balançam nas construções
São bilheteiras
Baleiros e garçons
Já nem se lembram
Que existe um Brejo da Cruz
Que eram crianças
E que comiam luz
Há mais ou menos 3 dias, tenho estado com essa música na cabeça.
Resolvi postar um comentário sobre ela, pois tem me remetido ao fato que, muitas pessoas ultimamente, e espero sinceramente que você leitor não seja uma delas, depois que "...passam pela rodoviária...", parafraseando O Poeta, "... Já nem se lembram/Que existe um Brejo da Cruz/Que eram crianças/E que comiam luz."
Por vezes tenho me "pescado" pensando nisso, quando será que iremos definitivamente acordar para o simplies fato de que já fomos, e pelo menos eu pretendo voltar a ser, crianças e comíamos luz? Será 2012? Será amanhã? Será nunca? Resposta difícil, pois cada um tem seu processo e, infelizmente a vida dá conta de afastar de nós aquelas pessoas que se desalinham conosco, mesmo quando há extrema afinidade, entretanto há também desacordo de pensamentos...
Por mais que haja conversa, parecem não entenderem, alguns, que tem-se que "ficar azul, e desencarnar lá no Brejo da Cruz", e mesmo nesse "Brejo da Cruz" infelizmente, às vezes, separamo-nos, talvez, infelizmente, para aí sim, nunca mais nos vermos...
É triste, entretanto, temos apenas que conscientizá-los que, façam o que fizerem, estamos sempre de olhos bem atentos a estes. Pois sabemos que um dia eles hão de chegar juntos de nós, mesmo que demore uma eternidade, pois somos eternos, e não temos pressa...
Só é válido dizer, na minha humildíssima opinião, que ficaria feliz se caminhássemos sempre juntos em direção ao Pai Maior, lembrando a estas pessoas sempre que ainda estamos em tempo e, se quiserem, sempre terei passagens sobrando....
Mensageiro
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quinta-feira, 5 de novembro de 2009
Eleições Filosóficas
Joãozinho perguntou para seu pai:
-Pai o que são filósofos?
O pai lhe respondeu:
-São pessoas que pensam muito, filho
Joãozinho concluiu:
-Filósofo então é o antônimo de eleitor.
Respondo-te que não Joãozinho, filósofos não são o antônimo de eleitores, são sim, sinônimo de políticos.
Triste mas, é a verdade, infelizmente não existe um antônimo de "eleitor"
-Pai o que são filósofos?
O pai lhe respondeu:
-São pessoas que pensam muito, filho
Joãozinho concluiu:
-Filósofo então é o antônimo de eleitor.
Respondo-te que não Joãozinho, filósofos não são o antônimo de eleitores, são sim, sinônimo de políticos.
Triste mas, é a verdade, infelizmente não existe um antônimo de "eleitor"
segunda-feira, 5 de outubro de 2009
Quase um ano depois
A gente aprende que lidar com pessoas é mais difícil do que achávamos até então...
Aprendemos que profissionalismo não significa necessariamente institucionalidade pessoal...
Que tudo na vida não passa de um sonho
Que esse sonho só acaba quando a gente quiser
Que podemos ser um problemão dependendo da escolha que fazemos
Mas, que mesmo apesar de isso tudo há uma luz no final do túnel e, afinal, podemos sonhar com a instituição que queremos.
*Apenas relatos de alguém amargamente desapontado com a instituição que trabalha
Aprendemos que profissionalismo não significa necessariamente institucionalidade pessoal...
Que tudo na vida não passa de um sonho
Que esse sonho só acaba quando a gente quiser
Que podemos ser um problemão dependendo da escolha que fazemos
Mas, que mesmo apesar de isso tudo há uma luz no final do túnel e, afinal, podemos sonhar com a instituição que queremos.
*Apenas relatos de alguém amargamente desapontado com a instituição que trabalha
terça-feira, 4 de agosto de 2009
hmmmm....
Depois de muito, mas muito tempo mesmo eu volto aqui, cheio de novidades, muitas infelizmente não tão boas quanto eu gostaria.
A verdade é que estou com saudades, saudades demasiadas, dos amigos, da minha casa, de brincar descalço na terra ou no chão de terra do bairro, estou com saudade de me apaixonar perdidamente de novo.
Pensei que a cidade grande pudesse me dar tudo isso, mas, ela só quer que eu trabalhe para auxiliar uns e outros, 40 horas por semana. Não que isso seja ruim de maneira alguma, mas, eu gostaria de estar mais um pouco de tempo com quem gosta de mim, se toda a minha vida pudesse se transportar pra cá ou o meu emprego aonde tem gente que gosta de mim, seria tão bom...
Mas, não dá e por isso mesmo, vamos vivendo como se a vida fosse um constante esperar, esperar o amanhã, que, talvez chegue, tomara, talvez não.
Em resumo, eu vim aqui pra falar disso, que muitas vezes as pessoas vão embora, pra sempre e, em virtude dessa vida atribulada a gente se sente sem reação, com aquela sensação de "hmmmm... quero mais." Mas aí não dá mais. Mas, isso só me faz querer lutar mais nessa vida pra que pelo menos em algum momento específico e especial, eu possa trazer, nem que por algumas horas especialícimas, pessoas especiais para perto de mim.
A você que, sabe que é de você que eu estou falando e, a você que mesmo sabendo que não é de você que eu falo, mas, se sentiram tocados, abra um sorriso e lembre-se que as coisas estão bem melhores apesar de tudo e, que tudo o que sonhamos já é uma grande promessa realizada.
O Mensageiro
A verdade é que estou com saudades, saudades demasiadas, dos amigos, da minha casa, de brincar descalço na terra ou no chão de terra do bairro, estou com saudade de me apaixonar perdidamente de novo.
Pensei que a cidade grande pudesse me dar tudo isso, mas, ela só quer que eu trabalhe para auxiliar uns e outros, 40 horas por semana. Não que isso seja ruim de maneira alguma, mas, eu gostaria de estar mais um pouco de tempo com quem gosta de mim, se toda a minha vida pudesse se transportar pra cá ou o meu emprego aonde tem gente que gosta de mim, seria tão bom...
Mas, não dá e por isso mesmo, vamos vivendo como se a vida fosse um constante esperar, esperar o amanhã, que, talvez chegue, tomara, talvez não.
Em resumo, eu vim aqui pra falar disso, que muitas vezes as pessoas vão embora, pra sempre e, em virtude dessa vida atribulada a gente se sente sem reação, com aquela sensação de "hmmmm... quero mais." Mas aí não dá mais. Mas, isso só me faz querer lutar mais nessa vida pra que pelo menos em algum momento específico e especial, eu possa trazer, nem que por algumas horas especialícimas, pessoas especiais para perto de mim.
A você que, sabe que é de você que eu estou falando e, a você que mesmo sabendo que não é de você que eu falo, mas, se sentiram tocados, abra um sorriso e lembre-se que as coisas estão bem melhores apesar de tudo e, que tudo o que sonhamos já é uma grande promessa realizada.
O Mensageiro
quinta-feira, 23 de abril de 2009
Onde vamos parar?
Hoje aconteceu uma coisa lá na UFMG, que me fez ver que talvez a tal Crise, leia-se marolinha, não é só no material, mas, no espiritual também.
Com a ajuda desse mapa aí em cima, espero que vocês entendam. O meu trajeto quando chego na universidade até o local onde trampo é mais ou menos esse:
*Entro pelo P1 da Antônio Carlos e, sigo pelo caminho da esquerda até a Faculdade de Letras (FALE) que, cortando caminho por dentro, tem um anexo á FAFICH, onde trabalho, acontece que, hoje, ao passar pela praça principal da letras, me deparei com uma muvuca, tudo porque uma aluna da biblioteconomia, disciplina cujo colegiado se encontra na FALE, se suicidou a partir do quarto andar desta unidade.
A pergunta que me faço, é: Que acontece com o mundo?
Continua....
Com a ajuda desse mapa aí em cima, espero que vocês entendam. O meu trajeto quando chego na universidade até o local onde trampo é mais ou menos esse:
*Entro pelo P1 da Antônio Carlos e, sigo pelo caminho da esquerda até a Faculdade de Letras (FALE) que, cortando caminho por dentro, tem um anexo á FAFICH, onde trabalho, acontece que, hoje, ao passar pela praça principal da letras, me deparei com uma muvuca, tudo porque uma aluna da biblioteconomia, disciplina cujo colegiado se encontra na FALE, se suicidou a partir do quarto andar desta unidade.
A pergunta que me faço, é: Que acontece com o mundo?
Continua....
terça-feira, 21 de abril de 2009
Depois de muito tempo.... II
A gente se esquece como que se faz.....
Descobre-se que tudo não passou de um sonho
E começa-se a viver de verdade.
Prepare-se, pois a mudança ocorrerá breve.
Aguardem!
Descobre-se que tudo não passou de um sonho
E começa-se a viver de verdade.
Prepare-se, pois a mudança ocorrerá breve.
Aguardem!
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